23 de julho de 2010

Artigo Recomendado: A cirurgia segura. Uma exigência do século XXI / Security surgery. A XXI century exigence



Edmundo Machado Ferraz
Consultor do Projeto “Cirurgia Segura Salva Vidas” (OMS e Universidade Harvard). Presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.




Rev. Col. Bras. Cir. 2009; 36(4): 281-282

21 de julho de 2010

Artigo recomendado: Building a culture of operating room safety using crew resource management

- Stephanie McKoin, RN, BSN, MPAHSA, NEA-BC, Clinical Director of Surgical Services, York Hospital;
- Douglas Arbittier, MD, Chair, Department of Anesthesiology, and Medical Director, Perioperative Services, York Hospital;
- Virginia S. Wesner, MPA, Research Manager, Surgical Services, WellSpan Health;
- Donald W. Moorman, MD, FACS, Vice-Chair of Clinical Affairs and Associate Surgeon-in-Chief;
- Beth Israel Deaconess Medical Center, and Associate Professor of Surgery, Harvard Medical School;
- John J. Castronuovo, Jr., MD, FACS, Director, Surgical Service Line, WellSpan Health, and Chair, Department of Surgery, York Hospital

Reprinted Article Pennsylvania Patient Safety Authority, June 16, 2010 - Vol. 7, Suppl. 2

20 de julho de 2010

Palestra Cirurgia Segura Salva Vidas

Esta palestra será ministrada pelo professor doutor Edmundo Machado Ferraz, consultor da OMS e da ANVISA no Programa Cirurgia Segura e professor titular de Cirurgia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

A palestra abordará o Programa Cirurgia Segura, desenvolvido pela OMS e Universidade Harvard em 2007, em Genebra.

Objetivo: Divulgar a prática de metodologias que tornam as cirurgias mais seguras para os pacientes.

Não é necessário realizar inscrição!


Local: Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Restaurante dos médicos - 5º andar do bloco B
Horário: 12:00hs


A Surgical Safety Checklist to Reduce Morbidity and Mortality in a Global Population

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14 de julho de 2010

OPAS/OMS e Anvisa apresentam estratégias para Segurança do Paciente


Com a participação das vigilâncias sanitárias estaduais, de conselhos de classe, associações profissionais e órgãos de governo reuniram-se, para conhecer as iniciativas da Anvisa e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) para melhoria da segurança do paciente nos serviços de saúde.

As estratégias desenvolvidas estão baseadas em dois desafios globais lançados pela OMS. O primeiro, com o tema “Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura”, está focado nas ações de melhoria da higienização das mãos em serviços de saúde. O segundo desafio, sob o lema “Cirurgias Seguras Salvam Vidas”, está relacionado às ações de melhoria dos procedimentos cirúrgicos.

O principal objetivo das ações é reduzir os casos de infecções hospitalares, as grandes vilãs da segurança do paciente. A meta da Anvisa é diminuir em 30% os índices nacionais de infecção, em um prazo de três anos. Estima-se que, no Brasil, a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações. Segundo dados da OMS, cerca de 234 milhões de pacientes são operados por ano em todo o mundo. Destes, um milhão morre em decorrência de infecções hospitalares e sete milhões apresentam complicações no pós operatório.

Higienização das Mãos
A higienização das mãos (Ver manual) é considerada a medida mais importante e reconhecida no controle das infecções nos serviços de saúde. A Agência irá aprovar, ainda nesse semestre, uma resolução que obriga os serviços a disponibilizar álcool gelem torno dos ambientes onde ocorrem os procedimentos com pacientes.Segundo o gerente de tecnologia em serviços de saúde da Anvisa, Heder Murari, 60% dos profissionais de saúde que trabalham em hospitais não têm a prática de lavar as mãos como se deveria. “A lavagem das mãos é essencial no controle de infecções hospitalares. O procedimento teve grande repercussão neste ano em virtude do surto de H1N1. Porém, precisamos ir além de campanhas factuais e criar uma cultura de higienização das mãos no país”, afirmou.

Cirurgias Seguras Salvam Vidas
Em relação à segurança nas cirurgias, outra medida simples pode diminuir os casos de infecção e de erro humano nas operações. É a implantação de um check list, que deverá ser seguido pela equipe profissional em três momentos: antes da anestesia, antes da incisão e antes de deixar a sala de operação. A lista de verificação aborda questões simples, como identificação do paciente e da equipe médica, operação e lado a ser operado, antecipação de possíveis eventos críticos, contagem dos instrumentos no final do procedimento, entre outros. “Embora sejam medidas simples, um estudo piloto indicou que a checagem da lista reduziu em 47% o número de óbitos e em 36% as grandes complicações pós-operatórias”, ressaltou Edmundo Ferraz, chefe de cirurgia geral do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Segundo Edmundo, 2500 hospitais no mundo inteiro já estão implantando o check list. A idéia da Anvisa é que inicialmente seja desenvolvido um projeto piloto em alguns hospitais públicos do país.

Resistência Microbiana
O gerente de prevenção e controle de doenças e desenvolvimento sustentável da OPAS/OMS – Brasil,  Dr. Enrique Gil,citou também a importância das atividades para o controle da resistência microbiana como parte deste processo de ganho de qualidade na atenção.  Com o rápido aumento da resistência microbiana aos antibióticos em todo o mundo, e, em particular, no ambiente hospitalar, ocorrendo a diminuição da eficácia dos medicamentos, aumento do tempo de internação, elevando o custo do tratamento, repercutindo no uso de medicamentos alternativas  menos eficientes, mais tóxicos e mais caros. Ressaltou o trabalho executado pela Rede RM - Rede de Monitoramento e Controle da Resistência Microbiana  em Serviços de Saúde com participação da OPAS/OMS , ANVISA e SVS-CGLAB. Fez referência também ao "Manual de Esterilização para Centros de Saúde" elaborado pela OPAS, publicação que responde a uma necessidade dos países da Região das Américas , conscientes de que a utilização dos guias de desinfecção e esterilização podem garantir o uso seguro do instrumental médico-cirúrgico, invasivo e não invasivo.

Hospitais Seguros
Outra estratégia que vem sendo trabalhada pela OPAS/OMS para redução dos riscos em saúde é o desenvolvimento de “Hospitais Seguros”. Para se enquadrar nesse conceito, um hospital deve ser capaz de garantir o seu funcionamento eficiente durante um desastre (terremotos, fenômenos climáticos, etc). Para isso, as construções e reformas devem considerar a localização, a estrutura, os equipamentos e recursos humanos. Segundo a OMS, na América Latina e Caribe, 67% das unidades hospitalares se encontram em zonas de risco, sendo afetadas por fenômenos geológicos, hidrometeorológicos, sociais, ambientais e químico – tecnológicos, por exemplo. Com isso, mais de 45 milhões de pessoas deixam de receber atenção médica em hospitais a cada ano. Além disso, a Agência pretende realizar capacitações sobre os conceitos de redução de vulnerabilidade das edificações, com técnicos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) da área de avaliação de projetos e com projetistas da área de saúde.

Fonte: Organizaçao Pan Americana da Saúde - Brasil

8 de julho de 2010

Reunião Científica: Eventos Adversos e Segurança do Paciente


Programe-se para a Reunião Científica
IEP - Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês

Coordenação
Dr. Salim Helito e Enfa. Vera Lucia Borrasca

Data
27 de Julho de 2010 - Terça-feira

Horário
Das 11h30 às 12h30

Tema
Complicação relacionada ao posicionamento cirúrgico

Palestrante
Dra. Fabiane Cardia Salman - Gerente da Qualidade - SMA

Local
Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa - Auditório 3
Rua Coronel Nicolau dos Santos, 69 – Bela Vista/SP (travessa da Av. 9 de Julho)

Informações
Evento gratuito, não é necessário se inscrever antecipadamente.
Outras informações pelo site: www.hospitalsiriolibanes.org.br, pelo telefone (11) 3155-8800 ou pelo e-mail iep@hsl.org.br.

Estacionamento
Multipark (auto-serviço)
Rua Dona Adma Jafet, 115 – Bela Vista/SP


Programe-se também para a próxima reunião:
31 de agosto no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa.

5 de julho de 2010

Declaração de Helsinki sobre a Segurança dos Pacientes em Anestesiologia


A Anestesiologia, especialidade médica que inclui anestesia, cuidados perioperatórios, medicina intensiva, terapia da dor e medicina de emergência, sempre participou de tentativas sistemáticas de melhorar a segurança do paciente. Os anestesistas têm uma oportunidade ímpar para influenciar a segurança e a qualidade do atendimento ao paciente. As conquistas do passado permitiram à especialidade a percepção de que tornou-se segura, mas não deve haver espaço para complacência ou pensamento de que não há necessidade de melhorias. Cada vez mais pacientes idosos e mais críticos, intervenções cirúrgicas mais complexas, mais pressão sobre a produtividade, novos medicamentos e equipamentos - todos estes componentes representam riscos no trabalho dos anestesistas.

Em resposta a este ambiente de trabalho cada vez mais difícil e complexo, o Conselho Europeu de Anestesiologia (EBA), em cooperação com a Sociedade Europeia de Anestesiologia (ESA), elaborou um plano para a segurança do paciente em anestesiologia. Este documento, a ser conhecido como a Declaração de Helsinki sobre a Segurança dos Pacientes em Anestesiologia, foi aprovado por estes dois organismos, juntamente com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Federação Mundial das Sociedades de Anestesiologistas (WFSA) e a Federação de Pacientes Europeus (Federação EPF) na reunião Euroanaesthesia em Helsinki, em Junho de 2010.

A Declaração representa uma visão europeia comum do que é digno, viável e necessário para melhorar a segurança do paciente em anestesiologia, em 2010.

A Declaração recomenda medidas práticas que todos os anestesistas podem incluir na sua prática clínica. Em paralelo, EBA e ESA lançaram uma Task Force em Segurança do Paciente, a fim de colocar em prática estas recomendações.

Importante salientar que o Programa “Segurança no período Perioperatório: 10 Passos para a Anestesia Segura” está alinhado à Declaração de Helsinki.

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